sexta-feira, 13 de novembro de 2009

se eu não te amasse tanto assim talvez não visse flores por ondeeu vim, dentro do meu coração ♪

Pareço estar vivendo em outro planeta, tão a frente de tudo, vivendo sentimentos que eu nunca imaginei sentir. Tenho falado tanto que não consigo escrever oque estou sentindo, tenhofalado sobre tudo isso e tem gente que não esta acreditando e isso só esta apimentando mais...
Falta um dia para chegar aos 19...
Parece que estou um pouco atrasada em relação a tudo que planejava a anos atraz, mas estou impressionada como a gente pode crescer tanto em tão pouco tempo.

Sobre esse ano que passou, os meus 18 com certeza não vou esquecer... e é preciso relembrar a cada dia tudo o que eu passei esse ano, aquele verão que foi o melhor de todos, todas as pessoas que passaram na minha vida, as amizades que cresceram, as novas amizades, as antigas que foram resgatadas agora aos 45, os quase namorados, os namorados, e todos os outros(risos), as festas, o meu emprego, passeios tudo esse ano parece que com data marcada se despede com um ar de testemunho pra vida, coisas que não vão voltar eque tambem não vão embora..

Os 19 serão muito diferentes e eu estou certa de que melhores tbmmas enquantonão são vividos eu ainda preciso manter os 18 como o melhor...

não vouviver como alguem que só espera um novo amor, a outras coisas no caminho a onde eu vou♪
aprendendo com as historias dos outros tbm, não posso deixar de comentar sobre isso...
Sobre o tamanho da dor de duas pessoas que se amam, que em momentos se fazem um bem enorme, descobrirem juntas, que é melhor seguirem separadas... é tão dificil aceitar que não deu certo, e tomar a iniciativa de falar , de quem desiste primeiro, e do outro nõ querer escutar o acabou mesmo sabendo que é o melhor.quem de nos dois vai dizer que é impossivel oamor acontecer♪ talvez esteja ai a formula de fazer dar certo, não desistir !


Mas pra mim isso agora não importa, outro tempo começou pra mim agora♪

Eu queria ir no show da ana carolina, e ir no cinema ver 2012 e herbert viana .

Beijos e não me liga, pq eu n espero mais ligaçoes ;)

Deixar de ser morna ;)

Eu queria saber escrever, mas não sei, e preciso aprender a conviver com isso, não consigo mais explicar o que sinto com palavras, nem sei se um dia consegui, mas devido a intencidade do que estou sentindo não cabe aqui.

Em fim, fui muito transformada.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009























"Não tenho me preocupado muito em saber para onde vou,
como durante tanto tempo eu me preocupei.
Curiosamente, experimento uma confiança de estar seguindo
na direção do caminho que é meu, como nunca antes eu senti.
Não há grandes acontecimentos que sinalizem isso.
Apenas sinto. Apenas confio."


"Tanto os meus fracassos quanto as minhas vitórias duraram pouco. Não há nenhuma vitória profissional ou amorosa que garanta que a vida finalmente se arranjou e nenhuma derrota que seja a condenação final. As vitórias se desfazem como castelos atingidos pelas ondas, e as derrotas se transformam em momentos que prenunciam um começo novo. Enquanto a morte não nos tocar, pois só ela é definitiva, a sabedoria nos diz que vivemos sempre à mercê do imprevisível dos acidentes. Se é bom ou se é mau, só o futuro dirá."

quarta-feira, 11 de novembro de 2009


Recomeçar
Sempre é tempo de recomeçar. Em qualquer situação podemos abrir novas portas, conhecer novos lugares, novas pessoas, ter outros sonhos. Renovar o nosso compromisso com Deus e, assim, renascer para a vida e alcançar a felicidade.
Não importa quem te feriu, o importante é que você ficou. Não interessa o que te faltou, tudo pode ser conquistado. Não se ligue em quem te traiu, você foi fiel. Não se lamente por quem se foi, cada um tem seu tempo. Não reclame da dor, ela é a conselheira que nos chama de volta ao caminho. Não se espante com as pessoas, cada um carrega dentro de si dores e marcas que alteram o seu comportamento, ora estamos felizes e transbordamos de alegria e paz, ora estamos melancólicos e só queremos ficar sozinhos.
O mundo está cheio de novas oportunidades, basta olhar para a terra depois da chuva. Veja quantas plantinhas estão surgindo, como o verde se espalha mais bonito e forte depois da tempestade. As portas se abrem para os que não tem medo de enfrentar as adversidades da vida, para os que caíram, mas se levantam com o brilho de vitória nos olhos. Você está pronto para recomeçar?O apóstolo Paulo disse em FILIPENSES 3 – 13 e 14: “Esquecendo-me das coisas que ficaram para trás e avançando para as que estão diante, prossigo para o alvo, a fim de ganhar o prêmio do chamado celestial de Deus em Cristo Jesus.”.
O caminho está a tua espera, pé na estrada, coloque um sonho na alma, fé no coração e esperança na mochila; a vida se enche de novidades para os que se aventuram na viagem que conduz à verdadeira liberdade.

Existem duas dores de amor: A primeira é quando a relação termina e a gente, seguindo amando, tem que se acostumar com a ausência do outro, com a sensação de perda, de rejeição e com a falta de perspectiva, já que ainda estamos tão embrulhados na dor que não conseguimos ver luz no fim do túnel.

A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel. A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços, a dor de virar desimportante para o ser amado. Mas, quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida: a dor de abandonar o amor que sentíamos. A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre, sem sentimento especial por aquela pessoa. Dói também...

Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou. Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém. É que, sem se darem conta, não querem se desprender. Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um souvenir, lembrança de uma época bonita que foi vivida... Passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação à qual a gente se apega. Faz parte de nós. Queremos, lógicamente, voltar a ser alegres e disponíveis, mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo, que de certa maneira entranhou-se na gente, e que só com muito esforço é possível alforriar. É uma dor mais amena, quase imperceptível. Talvez, por isso, costuma durar mais do que a "dor-de-cotovelo" propriamente dita. É uma dor que nos confunde. Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra. A pessoa que nos deixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos, que nos colocava dentro das estatísticas: "Eu amo, logo existo". Despedir-se de um amor é despedir-se de si mesmo. É o arremate de uma história que terminou, externamente, sem nossa concordância, mas que precisa também sair de dentro da gente... E só então a gente poderá amar, de novo.

Martha Medeiros.

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