quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Seja o tipo de mulher que, quando seus pés tocam o chão a cada manhã, o diabo fala:
"Droga, ela acordou!”
A vida é muito curta pra empurrar o dia com a barriga... Não acorde com arrependimentos ou mágoas...Ame àqueles que te querem bem, que te fazem feliz .Se perdeu uma oportunidade não se lamente. Apenas siga porque outras virão .Acredite que tudo acontece por uma razão.Se tiver uma segunda chance, agarre firme com as duas mãos.Se isso mudar sua vida, deixe acontecer. Ande depressa mas não perca a paisagem que o cerca.Perdoe rápido, decida , aja .Deus nunca disse que a vida seria fácil. Ele simplesmente prometeu que valeria a pena. Por isso, quando for para amar que seja com calma .Beije devagar .E viva intensamente o melhor dos sentimentos!

Bom começar o ano em fevereiro, começar a semana em plena quinta-feira, bom encontrar esse texto para ter como voltar ao meu amado blog.
 Realmente a vida é mutio curta, sem sombra de duvidas e rapida, muito rapida. Mas o que surpreende é que podemos aprender muito. Eu geralmente não sou muito boa em aprender logo pela manhã hehehe, mas ja a noite... E nessa ultima semana aprendi muito, descobri que muita coisa pode ser simplificada, como os dez mandamentos que pode se resumir em dois : Amar a Deus acima de todas as coisas e ao proximo como a si mesmo. Então sem essa de amar quem me ama, eu vou amar a quem não me ama tambem, aqueles que me magoaram e assim me fizeram crescer muuuito.Agora é inquestionavel o quanto é melhor viver ao lado de quem te faz sorrir, mesmo essa pessoa sendo a mesma que ja te fez chorar! Outra coisa que descobri que é muito bom é ter uma segunda oportunidade. Muito bom mesmo. Tudo acontece por uma razão, mas nem sempre precisamos saber qual razao é essa. Tem coisas que são destino!

Cuidado com o que voce sonha, pois pode se realizar. Não se iluda com as pessoas, elas podem te decepcionar!

vooooooooooolteeeeeeiiiiiiiii (y)

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

"E eu tenho vontade de segurar seu rosto e ordenar que você seja esperto e jamais me perca e seja feliz. E entenda que temos tudo o que duas pessoas precisam para ser feliz. A gente dá muitas risadas juntos. A gente admira o outro desde o dedinho do pé até onde cada um chegou sozinho. A gente acha que o mundo está maluco e sonha com a praia do Espelho e com sonos jamais despertados antes do meio-dia. A gente tem certeza de que nenhum perfume do mundo é melhor do que a nuca do outro no final do dia. A gente se reconheceu de longa data quando se viu pela primeira vez na vida.


E você me olha com essa carinha banal de "me espera só mais um pouquinho". Querendo me congelar enquanto você confere pela centésima vez se não tem mesmo nenhuma mulher melhor do que eu".

REPETIIIR POOOOOOOOOOODE !

O Texto exato .

Não pense que a pessoa tem tanta força assim a ponto de levar qualquer espécie de vida e continuar a mesma. Até cortar os defeitos pode ser perigoso - nunca se sabe qual o defeito que sustenta nosso edifício inteiro… Há certos momentos em que o primeiro dever a realizar é em relação a si mesmo. Quase quatro anos me transformaram muito. Do momento em que me resignei, perdi toda a vivacidade e todo interesse pelas coisas. Você já viu como um touro castrado se transforma em boi. Assim fiquei eu…Para me adaptar ao que era inadaptável, para vencer minhas repulsas e meus sonhos, tive que cortar meus grilhões - cortei em mim a forma que poderia fazer mal aos outros e a mim. E com isso cortei também a minha força. Ouça: respeite mesmo o que é ruim em você - respeite sobretudo o que imagina que é ruim em você - não copie uma pessoa ideal, copie você mesma - é esse seu único meio de viver. Juro por Deus que, se houvesse um céu, uma pessoa que se sacrificou por covardia ia ser punida e iria para um inferno qualquer. Se é que uma vida morna não é ser punida por essa mesma mornidão. Pegue para você o que lhe pertence, e o que lhe pertence é tudo o que sua vida exige. Parece uma vida amoral. Mas o que é verdadeiramente imoral é ter desistido de si mesma. Gostaria mesmo que você me visse e assistisse minha vida sem eu saber. Ver o que pode suceder quando se pactua com a comodidade da alma.


                                                                                                       Clarice Lispector

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

A TRISTEZA PERMITIDA (Marta Medeiros)

Se eu disser pra você que hoje acordei triste, que foi difícil sair da cama, mesmo sabendo que o sol estava se exibindo lá fora e o céu convidava para a farra de viver, mesmo sabendo que havia muitas providências a tomar, acordei triste e tive preguiça de cumprir os rituais que faço sem nem prestar atenção no que estou sentindo, como tomar banho, colocar uma roupa, ir pro computador, sair pra compras e reuniões – se eu disser que foi assim, o que você me diz? Se eu lhe disser que hoje não foi um dia como os outros, que não encontrei energia nem pra sentir culpa pela minha letargia, que hoje levantei devagar e tarde e que não tive vontade de nada, você vai reagir como?
Você vai dizer “te anima” e me recomendar um antidepressivo, ou vai dizer que tem gente vivendo coisas muito mais graves do que eu (mesmo desconhecendo a razão da minha tristeza), vai dizer pra eu colocar uma roupa leve, ouvir uma música revigorante e voltar a ser aquela que sempre fui, velha de guerra.
Você vai fazer isso porque gosta de mim, mas também porque é mais um que não tolera a tristeza: nem a minha, nem a sua, nem a de ninguém. Tristeza é considerada uma anomalia do humor, uma doença contagiosa, que é melhor eliminar desde o primeiro sintoma. Não sorriu hoje? Medicamento. Sentiu uma vontade de chorar à toa? Gravíssimo, telefone já para o seu psiquiatra.
A verdade é que eu não acordei triste hoje, nem mesmo com uma suave melancolia, está tudo normal. Mas quando fico triste, também está tudo normal. Porque ficar triste é comum, é um sentimento tão legítimo quanto a alegria, é um registro de nossa sensibilidade, que ora gargalha em grupo, ora busca o silêncio e a solidão. Estar triste não é estar deprimido.
Depressão é coisa muito séria, contínua e complexa. Estar triste é estar atento a si próprio, é estar desapontado com alguém, com vários ou consigo mesmo, é estar um pouco cansado de certas repetições, é descobrir-se frágil num dia qualquer, sem uma razão aparente – as razões têm essa mania de serem discretas.
“Eu não sei o que meu corpo abriga/ nestas noites quentes de verão/ e não me importa que mil raios partam/ qualquer sentido vago da razão/ eu ando tão down...” Lembra da música? Cazuza ainda dizia, lá no meio dos versos, que pega mal sofrer. Pois é, pega mal. Melhor sair pra balada, melhor forçar um sorriso, melhor dizer que está tudo bem, melhor desamarrar a cara. “Não quero te ver triste assim”, sussurrava Roberto Carlos em meio a outra música. Todos cantam a tristeza, mas poucos a enfrentam de fato. Os esforços não são para compreendê-la, e sim para disfarçá-la, sufocá-la, ela que, humilde, só quer usufruir do seu direito de existir, de assegurar seu espaço nesta sociedade que exalta apenas o oba-oba e a verborragia, e que desconfia de quem está calado demais. Claro que é melhor ser alegre que ser triste (agora é Vinícius), mas melhor mesmo é ninguém privar você de sentir o que for. Em tempo: na maioria das vezes, é a gente mesmo que não se permite estar alguns degraus abaixo da euforia.
Tem dias que não estamos pra samba, pra rock, pra hip-hop, e nem pra isso devemos buscar pílulas mágicas para camuflar nossa introspecção, nem aceitar convites para festas em que nada temos para brindar. Que nos deixem quietos, que quietude é armazenamento de força e sabedoria, daqui a pouco a gente volta, a gente sempre volta, anunciando o fim de mais uma dor – até que venha a próxima, normais que somos.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Em busca dos sinais

Paulo Coelho








Podemos achar que tudo que a vida nos oferece amanhã é repetir o que fizemos ontem e hoje. Mas, se prestarmos atenção, vamos reparar que nenhum dia é igual ao outro.Cada manhã traz uma benção escondida; uma benção que só serve para este dia, e que não pode ser guardada ou reaproveitada. Se não usarmos este milagre hoje, ele se perderá.
Este milagre está nos detalhes do cotidiano; é preciso viver, a cada instante temos a saída para o problema, a maneira de encontrar o que está faltando, a pista certa para a decisão que precisa ser tomada para mudar todo o nosso futuro.Mas como ter coragem para isso? No meu entender, Deus fala conosco através de sinais. É uma linguagem individual, que requer fé e disciplina para ser totalmente absorvida.
Santo Agostinho, por exemplo,foi convertido desta maneira. Durante anos procurou – em várias correntes filosóficas – uma resposta para o sentido da vida, até que certa tarde, no jardim de sua casa em Milão, refletindo sobre o fracasso de sua busca, escutou uma criança na rua, cantando: “Pega e lê! Pega e lê!”
Apesar de sempre ter sido governado pela lógica, resolveu – num impulso – abrir o primeiro livro ao seu alcance. Era a Bíblia, e ele leu um trecho de São Paulo – com as respostas que procurava. A partir daí, a lógica de Agostinho abriu espaço para que a fé também pudesse participar, e ele se transformou num dos maiores teólogos da Igreja.
 Os monges do deserto afirmavam que era necessário deixar a mão dos anjos agir. Para isto, de vez em quando faziam coisas absurdas – como falar com flores ou rir sem razão. Os alquimistas seguem os “sinais de Deus”; pistas que muitas vezes não fazem sentido, mas que terminam levando a algum lugar.
 “O homem moderno quis eliminar as incertezas e dúvidas de sua vida. E terminou por deixar sua alma morrendo de fome; a alma se alimenta de mistérios” – diz o deão da Catedral de San Francisco.
 Existe um exercício de meditação que consiste em acrescentar – geralmente durante dez minutos por dia – um motivo para cada uma de nossas ações. Um exemplo: “eu agora leio este blog porque vi um link no Twitter ou no Facebook. Eu pensei agora em tal pessoa, porque tal assunto que li me levou a isto. Eu andei até a porta, porque vou sair de casa”. E daí por diante.
 Buda chama isto de “atenção consciente”. Quando nos vemos repetindo a mais comum das rotinas, nos damos conta da riqueza que cerca nossa vida. Compreendemos cada passo, cada atitude. Descobrimos coisas importantes, e pensamentos inúteis.
  No final de uma semana – a disciplina é sempre fundamental – estamos mais conscientes de nossas faltas e distrações, mas também entendemos que, em certos momentos, não havia nenhum motivo para agirmos como agimos, e seguimos nosso impulso, nossa intuição; é aí que começamos a compreender esta linguagem silenciosa que Deus usa para nos mostrar o caminho certo. Chamem de intuição, sinal, instinto, coincidência, não importa o nome – o que importa é que, através da “atenção consciente”, nos damos conta que estamos muitas vezes sendo guiados para a decisão certa. E isso nos deixa mais confiantes e mais fortes.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Escolhas de uma vida

A certa altura do filme Crimes e Pecados, o personagem interpretado por Woody Allen diz: "Nós somos a soma das nossas decisões".
Essa frase acomodou-se na minha massa cinzenta e de lá nunca mais saiu. Compartilho do ceticismo de Allen: a gente é o que a gente escolhe ser, o destino pouco tem a ver com isso.
Desde pequenos aprendemos que, ao fazer uma opção,estamos descartando outra, e de opção em opção vamos tecendo essa teia que se convencionou chamar "minha vida".
Não é tarefa fácil. No momento em que se escolhe ser médico, se está abrindo mão de ser piloto de avião. Ao optar pela vida de atriz, será quase impossível conciliar com a arquitetura. No amor, a mesma coisa: namora-se um, outro, e mais outro, num excitante vaivém de romances. Até que chega um momento em que é preciso decidir entre passar o resto da vida sem compromisso formal com alguém, apenas vivenciando amores e deixando-os ir embora quando se findam, ou casar, e através do casamento fundar uma microempresa, com direito a casa própria, orçamento doméstico e responsabilidades.
As duas opções têm seus prós e contras: viver sem laços e viver com laços...
Escolha: beber até cair ou virar vegetariano e budista? Todas as alternativas são válidas, mas há um preço a pagar por elas.
Quem dera pudéssemos ser uma pessoa diferente a cada 6 meses, ser casados de segunda a sexta e solteiros nos finais de semana, ter filhos quando se está bem-disposto e não tê-los quando se está cansado. Por isso é tão importante o auto conhecimento. Por isso é necessário ler muito, ouvir os outros, estagiar em várias tribos, prestar atenção ao que acontece em volta e não cultivar preconceitos. Nossas escolhas não podem ser apenas intuitivas, elas têm que refletir o que a gente é. Lógico que se deve reavaliar decisões e trocar de caminho: Ninguém é o mesmo para sempre.
Mas que essas mudanças de rota venham para acrescentar, e não para anular a vivência do caminho anteriormente percorrido. A estrada é longa e o tempo é curto.Não deixe de fazer nada que queira, mas tenha responsabilidade e maturidade para arcar com as conseqüências destas ações.
Lembrem-se: suas escolhas têm 50% de chance de darem certo, mas também 50% de chance de darem errado. A escolha é sua...!



Pedro Bial
 
 
Otimo encontrar esse texto, pois fala exatamente do que se passa, né amiga?

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Confiança é o ato de deixar de analisar se um fato é ou não verdadeiro, entregando essa análise à fonte de onde provém a informação e simplesmente considerando-a. Se refere a dar crédito, considerar que uma expectativa sobre algo ou alguém será concretizada no futuro. Aceitar a priori a decisão de outra pessoa. Confiar em outro é muitas vezes considerado ato de amizade ou amor entre os humanos, que costumam dar provas dessa confiança.







Confiança é o resultado do conhecimento sobre alguém. Quanto mais informações sobre quem necessitamos confiar, melhor formamos um conceito positivo da pessoa


Insegurança, medo, alegria, paz e emoção


Tudo ao mesmo tempo num só coração

Eu tô há tanto tempo procurando alguém pra dar a mão

Fica difícil acreditar então,

Que tudo que sonhei, E que pedi em oração

Está ao lado meu e percebeu

É hora de viver

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